Por que Start-Stop exige bateria EFB ou AGM
Não é regra de fabricante para vender bateria mais cara. Start-Stop é um regime de uso brutal para a bateria, e a tecnologia convencional simplesmente não aguenta.
Bateria comum foi projetada para dar partida uma vez e descansar durante o trajeto. Já uma bateria em carro com Start-Stop pode ligar o motor 20, 30, 50 vezes por dia. É outro mundo, e exige outra construção.
O que muda dentro da bateria
- Placas mais grossas, para aguentar mais ciclos de carga e descarga.
- Separadores em fibra de vidro (AGM) ou aditivos de carbono (EFB), que retêm o eletrólito.
- Grade mais robusta, para resistir a vibração e temperatura.
- Capacidade de aceitar carga rápida do alternador em freio motor.
O que acontece se colocar bateria convencional
Nas primeiras semanas parece funcionar. Em pouco tempo, no entanto, a bateria começa a sulfatar. A capacidade cai, o BMS desativa o Start-Stop e, em alguns modelos, o painel acende avisos de falha eletrônica. O ciclo termina com a bateria queimada em 6 a 12 meses.
Quando é EFB e quando é AGM
- Start-Stop simples (Onix Turbo, Polo TSI, Pulse, Cronos, T-Cross de entrada): EFB.
- Start-Stop com recuperação de energia em frenagem (BMW, Mercedes, Audi, Volvo, Range Rover, alguns Jeep): AGM.
- Alguns carros aceitam upgrade de EFB para AGM, com reprogramação do BMS.
- Não faz sentido colocar AGM em carro que não pede: gasto extra sem ganho prático.
Estoque completo de AGM e EFB para carros Start-Stop, com programação de BMS no local. (19) 99868-1688.
Falar agora no WhatsAppCusto x benefício
EFB parte a partir de R$580 e AGM a partir de R$931 no PIX na tabela oficial. Custa mais do que uma convencional, sim. Mas dura de 4 a 6 anos quando bem cuidada, contra 6 a 12 meses de uma convencional forçada em Start-Stop. A conta é simples.
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